Deixou a área administrativa para trabalhar com artesanato em resina

24 de novembro de 2020 por Vanessa Brollo

A Josiane Simonett se encantou com o artesanato em resina assistindo vídeos do exterior. Na época, em 2018, esse trabalho ainda não era muito divulgado no Brasil e ela começou a importar material para fazer testes. Mas bem antes disso, a Josi já pensava em ter um Plano B na vida profissional. Formada em administração de empresas, sempre atuou nas áreas administrativa/comercial. Chegou a ter um cargo de liderança na Votorantim. “Tinha acabado de ter uma filha, e decidi que queria achar algo em paralelo, mas resolvi me demitir para pensar, fiz um acordo e saí na metade de 2014 sem nenhum plano”. Essa falta de planejamento acabou deixando a Josi insegura e como  não sabia ainda o que fazer, aceitou assumir a área administrativa de uma indústria e adiou a ideia de tentar um novo plano.

Neste momento  eu achava que não precisava me capacitar para mais nada, não tinha desafio de desenvolvimento. O excesso de trabalho e o stress começaram a me prejudicar em outras áreas, como a saúde e até a família

 Foi o artesanato em resina que deu novo ânimo para a Josi. Ela começou a fazer testes e em pouco tempo já estava atendendo encomendas. Ainda estava na empresa, mas conseguia produzir de noite e entregava nos Correios na hora do almoço. O marido da Josi também vendia no trabalho dele as peças que ela produzia. Depois que participou de uma feira especializada em festas, a Josi resolveu virar a chave.

Acertei a minha demissão e comecei a viver do artesanato

Ela também decidiu que poderia ajudar outras pessoas, ensinando a arte em resina. Fez uma lista das dúvidas e erros que teve no início e lançou, em plena pandemia, um curso online voltado para  mulheres que desejam empreender. Durante todo esse processo a Josi diz que se desenvolveu como pessoa, como profissional e empreendedora. “Peguei amor por desafios e por obter conhecimentos”. Ela também está conseguindo levar esperança para as alunas: aposentadas, donas de casa, mulheres que foram demitidas devido à pandemia e aquelas que querem sair da CLT.

“Hoje, ao ver minhas alunas se desenvolvendo, gerando renda, abrindo seus próprios negócios, vejo que estou conseguindo seguir um propósito maior. Ter renda é consequência, pois estou desenvolvendo mais mulheres ao dar acesso à informação"

As dicas da Josi

-Não se limite, você pode recomeçar a qualquer momento.

-Seja persistente, tenha paciência, o caminho até o objetivo pode demorar, mas este processo é necessário.

-Dedique tempo para estudar, aprender formas de melhorar sempre seu negócio e sua entrega

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