Vendeu até bala para conseguir pagar o curso de cabeleireira e agora é instrutora

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Para conseguir fazer o curso de cabeleireira profissional, a Daiani Cristina Soares lutou muito."Juntei cada centavo para poder me matricular no curso de cabeleireiro profissional. Quando saí da escola, com o carnê na mão, chorei muito e prometi para mim mesma que me dedicaria até o fim, para conquistar meu espaço no mercado".Como não tinha um emprego fixo, ela vendeu balas, roupas usadas e produtos de beleza para pagar a mensalidade e a passagem de ônibus entre Itatiba e Jundiaí, onde ficava a escola. "Muitas vezes, não tinha nem o que comer, mas acreditei no meu potencial e não desisti. Sempre pensava que, um dia, eu trabalharia para transformar a vida de outras pessoas, assim como a minha estava sendo transformada".

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Daiani era uma das alunas mais dedicadas. Enquanto frequentava o curso, já colocava em prática o que aprendia em sala de aula. Atendia em casa ou em domicílio, fazendo serviços como escova e coloração. "Com isso, ia reforçando o caixa e aprimorando minha técnica".

A Daiani conseguiu se formar  e acabou recebendo o convite para trabalhar como instrutora no curso de cabeleireira profissional. “Sempre persegui esse sonho. Foi mais uma realização!". Sua forma de trabalhar logo chamou a atenção de todos e, desde o início deste ano, além de dar aulas, ela atua como coordenadora pedagógica.

"Quando comecei, eu também era aluna e conheço bem as necessidades de cada um. Isso é importante para aperfeiçoarmos nosso trabalho ao ensinar uma profissão. A missão do Instituto Embelleze me conquistou desde o início, pois busca transformar a vida das pessoas, por meio da formação de profissionais completos para atuar no mercado", afirma Daiani.

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As dicas da Daiani

-Seja criativo – Pequenas ações ajudam a conquistar a confiança do seu público alvo. Quando atendia as clientes na minha casa ou em domicílio, oferecia cremes para hidratação dos cabelos. Comprava potes do produto com grande quantidade – sempre de qualidade reconhecida – e distribuía em potes menores para vendê-los. Com isso, elas podiam cuidar e fazer a manutenção dos cabelos. Minhas clientes adoravam, pois tinham confiança no que eu estava oferecendo.

-Priorize e fidelize seus clientes – O cartão fidelidade, por exemplo, é uma excelente alternativa. Minhas clientes ganhavam pontos a cada R$ 10 e depois podiam trocar por serviços gratuitos, de acordo com uma tabela. Para fazer uma sobrancelha gratuita, por exemplo, eram necessários 20 pontos. Para ganhar uma transformação completa, que incluía fazer as sobrancelhas, coloração ou mechas, reconstrução capilar, corte, manicure e pedicure, era preciso acumular 1.500 pontos. Com isso, em vez de irem até outro salão, elas sempre me procuravam.

-  Faça promoções para atrair e manter clientes – Isso permite que as pessoas conheçam melhor o seu trabalho. Quando anunciava uma hidratação gratuita, por exemplo, a cliente pagava a escova. Fazendo esse tipo de pacote, ela pode experimentar outros serviços, além da escova, e passa a fazê-los comigo.

 

www.institutoembelleze.com

Histórias de sucesso

8 comentários

    1. Obrigada você Daiani pela inspiração!!!!Com certeza sua história vai inspirar outras pessoas que sonham em empreender. Beijos

      VAnessa Brollo

    2. Olá, bom dia a todos. Hoje me deparei com essa recordação no Facebook. Quantas mudanças em pouco tempo. Saí do Instituto Embelleze e hoje tenho minha própria central de cursos. Olho pra trás e vejo que tudo valeu a pena. E sou muito grata pelos lugares em passei pois aprendi muito em cada um. E tenho muito orgulho da minha história. E a diga que eu deixo hoje é : NUNCA DESISTA DAQUILO QUE VOCÊ QUER. ESTEJA SEMPRE DISPOSTO A APRENDER.

    3. Muito bom saber da continuação dessa história Daiani. Vamos conversar melhor , quem sabe conto novamente essa etapada sua trajetória
      Grande abraço

      Vanessa Brollo

    4. Olá Vanessa,
      Claro, vamos conversar sim. Como podemos fazer isso? Email? WhatsApp?

      À sua disposição. Será uma honra contar novamente minha história.

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